terça-feira, 23 de agosto de 2011

Positivo lidera venda de computador

A Positivo Informática voltou à liderança na venda de computadores pessoais no país no segundo trimestre, com quinnhentos e vinte mil unidades vendidas no período. A empresa havia perdido a posição de líder para HP no primeiro trimestre.
Entre abril e junho, a participação de mercado da companhia atingiu treze vírgula cinco por cento, número inferior aos quatorze por cento registrados no primeiro trimestre de dois mil e dez.
Segundo Hélio Rotenberg, presidente da Positivo, os principais motivos dessa retomada foram as compras do governo e a continuidade da digitalização da classe C.
A participação da Positivo nas vendas do varejo atingiu vinte um vírgula sete por cento, com cerca de quatrocentos e trinta mil computadores comercializados.
Rotenberg disse que a Positivo não prevê queda de vendas por conta da crise financeira.
De acordo com a consultoria IDC, a venda total de computadores no mercado doméstico atingiu tres vírgula oito milhões de unidades no segundo trimestre de dois mil e onze.

Terremoto atinge estado da Virgínia e é sentido em Washington e Nova York

Um forte terremoto de magnitude cinco vírgula nove atingiu o estado americano da Virgínia na tarde desta terça-feira , segundo o Serviço Geológico dos EUA, e foi sentido em várias regiões do nordeste do país, inclusive na capital, Washington, em Nova York e em Boston, onde prédios foram preventivamente esvaziados.
O abalo durou cerca de cinco segundos, segundo testemunhas, e foi sentido até no Canadá.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Japão se rende à indústria do software

Empresas de software tradicionalmente têm lucros maiores que as de hardware. As melhores do ramo atingem 30% de lucro com facilidade, enquanto as empresas de eletrônicos lutam para chegar aos 5%. O negócio de softwares precisa de menos pessoas e menos capital; ideal para um país com uma população em declínio e bancos pouco generosos. Empregos no setor de eletrônicos são escassos, e o trabalho pode se tornar enfadonho. Não é uma surpresa, portanto, que os jovens engenheiros criativos do Japão estejam entrando em contato com sua fraqueza interior.  
O Japão há muito tempo produz populares softwares de videogames. No entanto, seus fabricantes de computadores fizeram pouco para gerar negócios independentes de software. Pelo contrário, ao incluí-los gratuitamente nas máquinas, eles disseram aos consumidores que os softwares não tinham valor, diz Kazuyuki Motohashi, da Universidade de Tóquio. Eles também aprisionavam os consumidores, tornando uma possível troca para um produto rival custosa e cansativa.
O resultado é que a indústria japonesa do software e pouco desenvolvida. Desde 2008 empresas japonesas perderam 20% de seu valor de mercado, mesmo em um período no qual tiveram um aumento de 15% no resto do mundo. Na relação entre os gastos com software e o PIB, o Japão ocupa a 35ª posição, como níveis próximos dos da Arábia Saudita.
Códigos japoneses tendem a ser inferiores, diz William Saito, um empresário que vendeu sua companhia de software à Microsoft. Isso acontece porque a programação reflete as deficiências da cultura japonesa de negócios: eles são escritos de uma forma hierárquica que dificulta o trabalho de pessoas de fora, diferentemente do que acontece nos Estados Unidos e na Europa.
Fonte: Opinião e Notícia

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sábado, 16 de julho de 2011

terça-feira, 7 de junho de 2011

Jovem de MS vai cursar medicina sem ter concluído o ensino médio

A acadêmica Isabel Tolentino garantiu na Justiça o direito a cursar medicina na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, mesmo sem ter concluído o ensino médio. Em 2010, ainda no segundo ano escolar, a jovem de 16 anos ficou entre os aprovados com a nota obtida no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem).
Uma das exigências para a matrícula era o certificado de conclusão do ensino médio, cuja emissão foi negada pela Secretaria Estadual de Educação. O órgão alegou que Isabel não tinha idade mínima de 18 anos para obter a certificação por meio do Enem. A família da adolescente que mora em Campo Grande acionou em fevereiro o Tribunal de Justiça (TJ/MS), que concedeu liminar para que o documento fosse emitido.

Fonte: G1