Empresas de software tradicionalmente têm lucros maiores que as de hardware. As melhores do ramo atingem 30% de lucro com facilidade, enquanto as empresas de eletrônicos lutam para chegar aos 5%. O negócio de softwares precisa de menos pessoas e menos capital; ideal para um país com uma população em declínio e bancos pouco generosos. Empregos no setor de eletrônicos são escassos, e o trabalho pode se tornar enfadonho. Não é uma surpresa, portanto, que os jovens engenheiros criativos do Japão estejam entrando em contato com sua fraqueza interior.
O Japão há muito tempo produz populares softwares de videogames. No entanto, seus fabricantes de computadores fizeram pouco para gerar negócios independentes de software. Pelo contrário, ao incluí-los gratuitamente nas máquinas, eles disseram aos consumidores que os softwares não tinham valor, diz Kazuyuki Motohashi, da Universidade de Tóquio. Eles também aprisionavam os consumidores, tornando uma possível troca para um produto rival custosa e cansativa.
O resultado é que a indústria japonesa do software e pouco desenvolvida. Desde 2008 empresas japonesas perderam 20% de seu valor de mercado, mesmo em um período no qual tiveram um aumento de 15% no resto do mundo. Na relação entre os gastos com software e o PIB, o Japão ocupa a 35ª posição, como níveis próximos dos da Arábia Saudita.
Códigos japoneses tendem a ser inferiores, diz William Saito, um empresário que vendeu sua companhia de software à Microsoft. Isso acontece porque a programação reflete as deficiências da cultura japonesa de negócios: eles são escritos de uma forma hierárquica que dificulta o trabalho de pessoas de fora, diferentemente do que acontece nos Estados Unidos e na Europa.
Fonte: Opinião e Notícia
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
Jovem de MS vai cursar medicina sem ter concluído o ensino médio
A acadêmica Isabel Tolentino garantiu na Justiça o direito a cursar medicina na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, mesmo sem ter concluído o ensino médio. Em 2010, ainda no segundo ano escolar, a jovem de 16 anos ficou entre os aprovados com a nota obtida no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem).
Uma das exigências para a matrícula era o certificado de conclusão do ensino médio, cuja emissão foi negada pela Secretaria Estadual de Educação. O órgão alegou que Isabel não tinha idade mínima de 18 anos para obter a certificação por meio do Enem. A família da adolescente que mora em Campo Grande acionou em fevereiro o Tribunal de Justiça (TJ/MS), que concedeu liminar para que o documento fosse emitido.
Fonte: G1
Uma das exigências para a matrícula era o certificado de conclusão do ensino médio, cuja emissão foi negada pela Secretaria Estadual de Educação. O órgão alegou que Isabel não tinha idade mínima de 18 anos para obter a certificação por meio do Enem. A família da adolescente que mora em Campo Grande acionou em fevereiro o Tribunal de Justiça (TJ/MS), que concedeu liminar para que o documento fosse emitido.
Fonte: G1
sexta-feira, 22 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
Brasil melhora em ranking de tecnologia e comunicações
O Brasil subiu cinco posições no ranking do Relatório Global de Tecnologia da Informação do Fórum Econômico Mundial e ocupa agora a 56ª posição entre 138 países do mundo.
O relatório avalia o impacto de tecnologia e comunicações no desenvolvimento e competitividade dos países em áreas como ambiente regulatório, empresarial e de infraestrutura.
Também são considerados o preparo de empresas, pessoas e governos para utilizar TI e comunicações, além da implementação das tecnologias.
Segundo o estudo, "o setor corporativo inovador e sofisticado lidera o uso de TI e comunicações no país".
O Brasil atingiu a 41ª colocação entre as nações avaliadas para o preparo das empresas para as tecnologias disponíveis e 37º lugar em uso dessas ferramentas.
São as companhias que estão mais avançadas em operações e transações que têm a tecnologia como ambiente principal para aumentar a eficiência e capacidade inovadora.
No entanto, o país ainda patina no desenvolvimento do mercado tecnológico, em que ocupa apenas a 93ª posição. No preparo dos indivíduos para o uso das tecnologias, o Brasil também não vai bem, e está na 110ª posição.
Na comparação com outros países do BRIC, o Brasil ainda perde para a China (36ª colocação) e Índia (48ª).
A Suécia manteve a liderança do ranking de adoção e uso da tecnologia, seguida por Cingapura, Finlândia, Suíça e Estados Unidos.
Fonte: Folha.com
O relatório avalia o impacto de tecnologia e comunicações no desenvolvimento e competitividade dos países em áreas como ambiente regulatório, empresarial e de infraestrutura.
Também são considerados o preparo de empresas, pessoas e governos para utilizar TI e comunicações, além da implementação das tecnologias.
Segundo o estudo, "o setor corporativo inovador e sofisticado lidera o uso de TI e comunicações no país".
O Brasil atingiu a 41ª colocação entre as nações avaliadas para o preparo das empresas para as tecnologias disponíveis e 37º lugar em uso dessas ferramentas.
São as companhias que estão mais avançadas em operações e transações que têm a tecnologia como ambiente principal para aumentar a eficiência e capacidade inovadora.
No entanto, o país ainda patina no desenvolvimento do mercado tecnológico, em que ocupa apenas a 93ª posição. No preparo dos indivíduos para o uso das tecnologias, o Brasil também não vai bem, e está na 110ª posição.
Na comparação com outros países do BRIC, o Brasil ainda perde para a China (36ª colocação) e Índia (48ª).
A Suécia manteve a liderança do ranking de adoção e uso da tecnologia, seguida por Cingapura, Finlândia, Suíça e Estados Unidos.
Fonte: Folha.com
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